
Quando meus olhos estão sujos de civilização, cresce por dentro deles um desejo de árvores e aves. Tenho em mim um sentimento de aldeia e dos primórdios. Eu não caminho para o fim, eu caminho para as origens.
- Manoel de Barros
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Quando meus olhos estão sujos de civilização, cresce por dentro deles um desejo de árvores e aves. Tenho em mim um sentimento de aldeia e dos primórdios. Eu não caminho para o fim, eu caminho para as origens.
- Manoel de Barros
De quem escolhe os textos daqui
por Fátima CChaves
Se estes versos dizem alguma coisa a você, esta obra nasceu da mesma escuta: uma travessia sobre destino, herança e o que insiste em nos atravessar.
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